Voluntários de Proximidade visitam Cáritas Diocesana de Évora, em mais uma atividade Conhecer para Atuar

No passado dia 19 de Junho um grupo de voluntários foi até à sede da Caritas Arquidiocesana de Évora para conhecer in loco esta organização.
Os voluntários foram acolhidos pela Dra.Célia Costa, formadora em voluntariado e coordenadora do projeto de voluntariado desta organização que através de uma apresentação da organização deu a conhecer os vários serviços que são prestados à comunidade nomeadamente o núcleo de atendimento a vítimas de violência doméstica já com apoiosocial, juridico e psicologico, a creche de Nª Srª da Visitação,a ação social paroquial, a comunidade terapêutica, o refeitório social, o atendimento social,o apoio domiciliário, alguns projetos e parcerias bem como o trabalho em rede e de voluntariado que esta organização desenvolve atualmente em Évora.
A apresentação da organização e dos seus serviços foi seguida de visita guiada por vários espaços físicos da organização nomeadamente a cozinha onde são preparadas diariamente refeições para mais de 250 utentes de apoio domiciliário, o serviço de lavandaria e o banco de roupas.
Atenta às diversas necessidades da comunidade, a intervenção desta organização não se esgota, na falta de bens materias mas num trabalho comunitário, proativo que visa o desenvolvimento pleno integral da pessoa através de um trabalho solidário, que sem olhar a diferenças de raça, credo ou cultura é realizado com todos e para todos o que dele necessitam. Além de receber voluntários para várias ações e projetos próprios de voluntariado, a Cáritas Arquidiocesana de Évora e a Fundação Eugénio de Almeida são parceiras no contexto do projeto de voluntariado de proximidade através dos Núcleos de Voluntariado de Proximidade.
É no conforto das suas casas e em segurança que vários idosos recebem o apoio de voluntários de proximidade, que prestam serviços complementares ao apoio domiciliário desta organização em atividades diárias como companhia, passeios, leituras, acompanhamento nas idas ao médico e que desta forma garantem a manutenção da autonomia e a melhoria da qualidade de vida.
Este Conhecer para Atuar, foi por isso mais uma excelente forma de aproximar os voluntários da sua realidade, a da comunidade e das organizações ondem vivem, e que embora não sendo totalmente desconhecida, quase sempre está muito longe de ser bem conhecida.
Não são necessários grandes gestos, mas antes os gestos certos para o voluntário poder ter um papel transformador, por isso contactar com as organizações e saber mais, para se poder fazer mais e melhor é certamente um desses gestos.
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