Conta-me uma história
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«Quantas histórias guarda um lugar? Com que linha invisível se tece a narrativa das cidades milenares? Quanto do imaginário dessa cultura repleta de fábulas, lendas e narrativas permanece em nós? Conta-me uma história propõe uma viagem através da palavra por lugares povoados de memórias.» Este foi o signo do ciclo Conta-me uma história que durante um ano percorreu vários espaços patrimoniais da Fundação Eugénio de Almeida localizados no Centro Histórico de Évora. Recorde aqui esses momentos e os narradores que deram a voz ao encontro com a palavra de todos os tempos. |
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ANTÓNIO FONTINHA |
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«(...) não há arte sem regras, sem gramática, e a do povo é muito mais engenhosa e complexa do que parece. O simplismo não é dela, é nosso.» Manuel Viegas Guerreiro |
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LUÍS CARMELO |
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«Os meus contos espelham aquilo que mais me interessa: gente. Gosto de pessoas». Luís Carmelo |
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SERAFIM |
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«E a certeza de uma coisa: as memórias preservadas não receiam as histórias que chegam ao fim».
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CRISTINA TAQUELIM |
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Entre tantas outras coisas também conta histórias. Gosta de escrever cartas e tem o vício das metáforas. Tem voz grave e coração revolto. Recusa-se a viver sem estar espantada por existir. |
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SOFIA MAUL |
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Nasceu na Madeira, numa família com muitas nacionalidades. O seu sotaque é da ilha para onde regressou depois de vinte anos em Lisboa. Os seus contos são do mar e do ilhéu, do cais e dos viajantes que junto a ele chegaram. |
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BRU JUNÇA E |
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«O serão é o tempo de habitar o espaço das vozes. Na toada de um Cante e na comunhão da Palavra resgataremos histórias de (des)amores, reinos longínquos, modas e cantos… tudo com o horizonte a entrelaçar-se - um campo de searas com flores a rebentar em primavera(s).»
Bru Junça |
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JOSÉ CRAVEIRO |
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José Craveiro é um exímio contador de histórias. É um homem de fé. Conhece os ciclos da terra e da natureza, domina os saberes ancestrais para a cura do corpo e é no espaço da cozinha, com mãos e olhar afinados, que exerce a sua arte. |
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ANA SOFIA PAIVA |
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«It is important to keep the promises made to friends. This is the true meaning of friendship. To become people who can do so, however, we must first learn to keep the promises we have made to ourselves.»
Daisaku Ikeda |
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