ALVEX

Maite Cajaraville

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De 19 de fevereiro a 28 de agosto de 2022
Curadoria de Natalia Piñuel Martín
Co-curadoria de José Alberto Ferreira
Centro de Arte e Cultura, Piso 0 / Sala Rostrum

HORÁRIO
MAIO - SETEMBRO
De terça-feira a domingo, 10h00-13h00 / 14h00-19h00

OUTUBRO - ABRIL
De terça-feira a domingo, 10h00-13h00 / 14h00-18h00

Entrada livre

 

O projeto de arte expandida ALVEX representa uma continuidade, do outro lado da fronteira, com seu homónimo VEXTRE, que foi concebido como um mapa de emoções em três dimensões, implicando uma aproximação para redescobrir o território que habitamos e subverter os discursos tradicionais sobre o território extremenho.

Ambos são uma compilação de dados socioeconómicos traduzidos para a linguagem da arte contemporânea e das novas tecnologias, que se conecta com um público diversificado que interage com as peças e vai construindo as suas próprias narrativas sobre a sua identidade cultural. Em ALVEX acresce que, para a sua apresentação na cidade de Évora, a parte de escultura física e a parte de realidade virtual 3D irão partilhar um mesmo tempo e espaço.

A obra da artista Maite Cajaraville, pioneira na arte digital, vai mais longe com VEXTRE e ALVEX, construindo uma escultura do futuro e criando um novo território transfronteiriço entre a Estremadura e o Alentejo que reflete os seus interesses e preocupações atuais.

Natalia Piñuel Martín

 

SESSÃO INAUGURAL
19 de fevereiro | 16h00
Conversa com:
Maite Cajaraville, artista
Catalina Pulido Corrales, Diretora do MEIAC - Museo Extremenho e Iberoamericano de Arte Contemporânea
Jorge Gaspar, Geógrafo
José Alberto Ferreira, Diretor Artístico do Centro de Arte e Cultura da Fundação Eugénio de Almeida

 




Oráculos
José Alberto Ferreira
Antigamente, os áugures desenhavam no ar, com gestos solenes e abertos, o limitado espaço quadrado dentro do qual se podiam ler presságios e maravilhas. Só por essa ‘janela’, quando atravessada pelo voo dos pássaros, podiam os sacerdotes interpretar os sinais que encorajavam feitos heróicos ou auspiciavam generosas conquistas em oráculos enigmáticos.
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Alentejo, Extremadura. Arte e Território(s)
Francisco T. Cerezo Vacas, MEIAC
As regiões da Extremadura e do Alentejo coexistem num ambiente geográfico, social e cultural único. Um território caracterizado por relações vernaculares de vizinhança entre os habitantes de um e outro lado que gravitam em torno da fronteira que divide Espanha e Portugal. Uma fronteira permeável, a que chamamos aqui raia, um conceito que define esta envolvente ao mesmo tempo física e emocional, de limites ambíguos. 
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VEXTRE
Natalia Piñuel Martín
O imaginário popular construiu uma história sobre a natureza cultural da Extremadura que responde a uma série de estereótipos ligados ao atraso socioeconómico. Historicamente, tem sido definida pela sua situação periférica e fronteiriça: um espaço minimamente articulado, de baixa densidade populacional, que responde ao que se convencionou chamar de "colonialismo interno" e que, embora geralmente ocorra sob o binómio metrópole-colónia, aqui acontece dentro de um mesmo território como centro-periferia e cidade-mundo rural. 
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