Performance como desenho, desenho como performance

 

25 de maio | 21h30 

KIMVI GNOUYEN
Manueline Rope


Uma performance de desenho conduzida por material, utilizando um pedaço de corda para explorar e materializar uma linguagem visual e tátil navegando entre a ação do desenho, o material e o processo.

Esta performance inspira-se no período da arquitetura manuelina portuguesa, utilizando desenhos decorativos ornamentais de cordões marítimos para realçar as fachadas, janelas, colunas e arcadas. Estes motivos ornamentais são os elementos utilizados para representar "A Era dos Descobrimentos". A inspiração deste estilo particular, foi fortemente influenciada pelos marinheiros portugueses que conquistaram as áreas
costeiras da África, Brasil e Índia, celebrando a nova potência marítima da nação portuguesa.


Kimvi (n. 1982, Bangor, País de Gales, Reino Unido) é um artista visual e de performance, fortemente influenciada por matérias e viagens, cujo trabalho inclui tipicamente desenho, instalação específica ao site, fotografia, gravura, escultura, arte ao vivo e artesanato.

Formada na área de Têxteis e Escultura, no seu trabalho explora meios de ver os ritmos da repetição e a autoridade dos objetos e gestos. Kimvi está instalada em Inglaterra e continua a viver e trabalhar na cidade histórica de Winchester. Licenciou-se em Belas Artes pela Winchester School of Art em 2011 e desde então explora métodos de performance de Jurgen Fritz (Black Market), Helen Spackman & Ernst Fischer (LIBENIZ), Ram Samocha (Draw to Perform) e Thomas John Bacon (Tempting Failure). Trabalhou, desenvolveu performance e expôs o seu trabalho na Rússia, Lituânia, Itália, Noruega, Bélgica, Marrocos, Espanha, Suécia e Inglaterra.

 

Entrada livre

Partilhar conteúdo: