D. Leonor encomendou a Gil Vicente, para a procissão do Corpo de Deus realizada nas Caldas da Rainha em 1504, um auto. Provavelmente, a peça torna evidentes as relações entre o ideário assistencialista da rainha fundadora das misericórdias e o teatro vicentino. Redigido em castelhano, o auto é breve “porque não houve tempo para mais”, lembra a didascália final. E o convite é para esta dupla apresentação no contexto do programa de encerramento da exposição Fenda.
Com Anabela Monteiro, Carolina Quintas, Sara Oliveira e Sofia Navalha.
Integra a programação paralela da exposição Fenda
