O livro Gilreu - A Graça na obra de Maria Leal da Costa, (re)visita os textos escritos por Joaquim Pinto da Silva, ao longo de mais de 20 anos, de análise crítica e prefácios de várias exposições e trabalhos da consagrada escultora eborense.
A apresentação do livro será feira por Ana Paula Amendoeira, na presença do autor e da artista.
A sessão integra o Programa da Feira do Livro de Évora, à qual a Fundação Eugénio de Almeida volta a associar-se.
Joaquim Pinto da Silva
Foz do Douro, Porto.
Licenciado em Línguas e Literaturas Modernas, pós-graduado em Tradução Literária. Funcionário da Comissão Europeia (1984-2013), exercendo em: Missão Euro - lançamento da moeda única europeia; Expo 98, Diretor do pavilhão da União Europeia; membro da Unidade dos Fundos Estruturais acompanhando o Programa Operacional da Cultura. É membro de inúmeras organizações. Fundou, em 1978, O Progresso da Foz, no Porto, que dirige. Desde 1999 até hoje, dirige também a Orfeu, Bruxelas (centro cultural, editora, livraria). Foi Comissário do Ciclo O Ser e a Liberdade (2018/2023), e colabora com o programa “Foz Literária”. Publicou de diversos autores, mais de 200 obras. É autor de: Passo e Fico, como o Universo – Fernando Pessoa em Bruxelas, sobre o poeta e o seu monumento (1989), em Bruxelas; Cantareira, 61, sobre a verdadeira casa de Raul Brandão na Foz do Douro; Marvão, sobre a obra de Irene Vilar; Cantareira, sobre duas gravuras antigas do lugar; Do Rumor da Água ao Som do Bronze, também sobre I. Vilar; Gilreu, sobre a obra de Maria Leal da Costa; traduziu o romance Fuir, de Jean Philippe Toussaint. Tem artigos em jornais e revistas, estudos, prefácios e apresentações em várias matérias, e comissariou exposições de artistas contemporâneos. Distinções: Medalha de Reconhecimento, da Universidade Luterana do Brasil, Canoas; Ordem do Infante D. Henrique, do Governo Português; Amigo da Flandres, pelo governo regional flamengo, da Bélgica.
Maria Leal da Costa
Nasceu em Évora, em 1964.
Fez o curso de interiores da Escola António Arroio e, entre 1982 e 1986, frequentou o curso de Escultura da Escola Superior de Belas Artes de Lisboa. É membro da Sociedade Nacional de Belas Artes. Tem atelier na Quinta do Barrieiro, Marvão, Portugal. Em 2015, foi publicado pela editora Caminho, o livro Maria Leal da Costa – Escultura sobre 25 anos do seu trabalho. Em 2016, iniciou o projecto Alentejo Sculpture Park – Maria Leal da Costa – Parque de Esculturas de Marvão, na Quinta do Barrieiro. Em 2017, foi apresentado em antestreia o documentário sobre a sua obra O Gesto Escultórico, no Festival de Cinema de Marvão. A sua obra encontra-se representada em Portugal e no estrangeiro, em colecções públicas e privadas, nomeadamente em museus, municípios, organismos estatais e empresas privadas, entre as quais: Museu da Cidade de Lisboa, Museu do Mármore de Vila Viçosa; municípios de Punta Humbria (Espanha), de Macau (China), de S. Francisco (E.U.A.), de Vilnius (Lituânia) e de Lisboa, Portalegre, Marvão, Castelo de Vide, Alter do Chão, e Évora; Bancos BCP, Espírito Santo, Caja de Salamanca y Sória; Ministério da Cultura de Portugal; Instituto Politécnico de Portalegre; Epul; Colégio de Arquitectos de Badajoz; Biblioteca da Fundação Calouste Gulbenkian (Ponte de Sor); Instituto Internacional de Macau; Istituto Portoghese di Sant'Antonio (Roma).
www.marialealdacosta.com
