- 04-03-2021
2021-03-04 No dia 7 de janeiro de 1904, José Maria Eugénio de Almeida (1873-1937), contraiu matrimónio com Alice Irene Dubraz de Sousa Araújo (1881-1973), filha do então já falecido Capitão de Cavalaria, Benedito Cândido de Sousa Araújo e de Amélia Dubraz de Sousa Araújo. A cerimónia religiosa do enlace decorreu, de forma discreta, na capela da residência dos pais do noivo, no Palácio de São Sebastião da Pedreira, em Lisboa, mas foi anunciada num artigo da secção «High-Life» do Diário Illustrado, no qual, para além de se publicarem os retratos dos nubentes, se desfiou o rol das suas distintas qualidades, como era da praxe na época.
- 19-02-2021
2021-02-19 Em 1884, numa carta dirigia ao prestigiado fabricante de carruagens inglês H. & A. Holmes, de Derby, Inglaterra, a quem encomendara uma Double Brougham, Circular Front, N.º 48, Carlos Maria Eugénio de Almeida (1845-1914), depois de escolher a cor das rodas e da caixa, de determinar a forma das lanternas e de indicar o brasão a gravar em ambas as portas discorreu, largamente, sobre um dispositivo que considerava indispensável no seu novo hipomóvel: os travões!
- 29-01-2021
2021-01-29 Depois do surto que se propagara durante o período da guerra civil de 1832-1834, travada entre Liberais e Absolutistas, Portugal voltou a ser atingido, em meados da década de 1850, por uma nova vaga da «Cholera Morbus» à qual se seguiu a Febre Amarela. Tal como hoje, as autoridades tomaram medidas. Para conter a disseminação da doença e para socorrer os pacientes, foram implementados cordões sanitários e apertada a vigilância das fronteiras, a terrestre e a marítima, criaram-se lazaretos e improvisaram-se hospitais para os enfermos. Évora não foi exceção.
- 06-01-2021
2021-01-06 José Maria Eugénio de Almeida Júnior (1844-1856) faleceu a 22 de setembro de 1856, dia em que completava 12 anos de idade. Foi uma das primeiras vítimas do surto de Febre Amarela que viria a manifestar-se de forma mais violenta em Lisboa na segunda metade de 1857, provocando, num curto espaço de tempo, mais de cinco mil mortos, num total de cerca de 15.000 pessoas afetadas pela doença. No diário que se encontra no arquivo da família, o seu pai, José Maria Eugénio de Almeida (1811-1872), deixou registada a profunda dor provocada por esta perda.
- 09-06-2020
2020-06-09 Antes dos inestimáveis «prodígios» do saneamento básico, que apenas se generalizaram no século XX, o abastecimento de água à cidade dependia, em grande medida, do aqueduto pelo que não estranha a atenção dada a esta estrutura nos registos da época.
- 04-04-2020
2020-04-04 Em 1864 José Maria Eugénio de Almeida (1811-1872) adquiriu a António Pedro Delgado um amplo edifício situado no Largo da Porta de Moura que, integrado nos bens do Morgado da antiga Casa de Santa Cruz e Gouveia, pertencera ao último Duque de Aveiro - condenado no Processo dos Távoras - e aos Marqueses do Lavradio. Na documentação da Casa Eugénio de Almeida é referido como o Palácio da Porta de Moura, local onde a família projetou fixar a residência de Évora.
- 01-04-2020
2020-04-01 Uma das virtudes apontadas por Ramalho Ortigão a Caldas Aulete era a atenção que dedicava aos amigos que se encontrassem doentes e a forma singular como os distraía durante a convalescença sempre que em tais casos não era possível fazer viagens ou deslocações para fora de Lisboa.







